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:: A Internet entra hoje numa nova geração

 

2012-06-06

A data é essencialmente simbólica, mas hoje é dia do lançamento mundial do IPv6, sucessor do esgotado IPv4. Um e outro são versões distintas do protocolo que permite identificar e gerir os endereços IP que cada dispositivo ou equipamento ligado à Internet tem de ter.

A sucessão está a ser preparada há mais de uma década. Só a Europa já aplicou 100 milhões de euros em investigação nesta área, valor que serviu para suportar 30 projetos relacionados com a implementação do protocolo.

São vários os benefícios normalmente apontados à transição do IPV4 para o IPV6, mas o mais evidente - e o mais relevante - é a quantidade de endereços que o IPV6 tem para oferecer. O número é virtualmente ilimitado e deixa de ser um obstáculo ao crescimento da Internet e do número de dispositivos que podem estar estar online.

O IPV4, com endereços compostos por 32 bits, assegurou um total de 4,3 mil milhões de endereços IP. O IPV6, com 128 bits, chegará aos 340 triliões de triliões de triliões de endereços. Entre os dois protocolos também muda a forma de organização dos endereços, que deixa de ser feita por classes para passar a ser hierárquica. São introduzidas novas facilidades de roteamento e a segurança da rede é uma questão endereçada logo ao nível do design do protocolo.

Desde o ano passado que o mundo está em contagem decrescente para o fim dos endereços IPv4. Na Europa terminam este mês, de acordo com dados da Comissão Europeia. Para o utilizador final o momento não será sentido, como também não é sentido o processo de transição que tem decorrido e se prolongará durante os próximos anos. Os sistemas (redes de comunicações) têm vindo a ser preparados para ler endereços IPV4 e IPV6, fazendo as devidas conversões quando é necessário.

Os equipamentos que se ligam à Internet também precisam de ser compatíveis com a versão mais recente do protocolo, mas quando isso não for garantido no próprio equipamento a conversão/tradução do endereço na rede resolve o problema, pelo menos para já. A prazo, quando o suporte às duas gerações do protocolo desaparecer, a questão pode representar um problema, mas para já é pouco debatida.

Mas mesmo que a mudança para o IPV6 seja transparente para o utilizador, há muitas alterações a fazer, que têm vindo a ser implementadas pelos operadores, pelos fabricantes de equipamentos e pelas empresas que oferecem serviços online.

 

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